Amor, engajamento e educação científica antirracista análises sobre possíveis articulações
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Resumen
Este artigo está vinculado a uma pesquisa intitulada “Amor, engajamento e Ser-ntu: contribuições para a formação de professores/as de ciências a partir do tema alimentos”. O objetivo do artigo é analisar as concepções de estudantes de graduação sobre amor e engajamento; analisar modos de inserção de uma atuação pautada na ética do amor nas aulas de ciências. A metodologia qualitativa pautou-se em pesquisa-ação a partir de Michel J. M. Thiollent e Maria Madalena Colette, seguindo por análise temática dialógica. As categorias criadas foram i) amor e sua relação com ensino e aprendizagem, ii) autoatualização docente e engajamento; iii) desafios para um ensino de ciências amoroso. O amor foi percebido como essencial para humanizar a educação, apesar das dificuldades e resistências de um ensino de ciências amoroso. A autoatualização foi associada à participação social, mas com poucas articulações com educação antirracista. Propõe-se uma formação crítica, pautada na ética amorosa, favorecendo educação científica antirracista.
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