TICO COMO RECURSO DIDÁCTICO: EXPLORANDO LA ADAPTACIÓN AL ENTORNO, LA DIVERSIDAD Y REFLEXIONES SOBRE EL PREJUICIO RACIAL explorando adaptação ao ambiente, diversidade e reflexões sobre preconceito racial

Contenido principal del artículo

Sofia Dallasta Pedroso
Bruno Matheus Gomes
Nicole Fokama Lima
Andrea Cristina Peripato
https://orcid.org/0000-0002-0830-4792

Resumen

El prejuicio racial, históricamente vinculado a interpretaciones biológicas erróneas, carece de fundamento genético y persiste como una construcción social atravesada por relaciones de poder. Este trabajo presenta la experiencia de diseño y aplicación de un recurso didáctico que recurre a metáforas y analogías para abordar la diversidad humana y los procesos adaptativos. La propuesta se articuló en torno al personaje ficticio Tico, sin rasgos humanos, cuyas características se definían según el hábitat. Esta estrategia permitió a los estudiantes relacionar, de manera lúdica e intuitiva, fenotipos y ambientes. En una segunda etapa, la analogía se trasladó al contexto humano, destacando que variaciones visibles, como el color de la piel o el tipo de cabello, son resultado de adaptaciones ambientales y no constituyen jerarquías entre las personas. La aplicación con estudiantes de educación básica mostró compromiso y comprensión conceptual, lo que sugiere el potencial de la propuesta como herramienta interdisciplinar en la enseñanza de la evolución y la diversidad, además de favorecer la reflexión crítica sobre el prejuicio racial.

Descargas

Los datos de descargas todavía no están disponibles.

Detalles del artículo

Cómo citar
Pedroso, S. D., Gomes, B. M., Lima, N. F., & Peripato, A. C. (2026). TICO COMO RECURSO DIDÁCTICO: EXPLORANDO LA ADAPTACIÓN AL ENTORNO, LA DIVERSIDAD Y REFLEXIONES SOBRE EL PREJUICIO RACIAL: explorando adaptação ao ambiente, diversidade e reflexões sobre preconceito racial. Revista De Enseñanza De Biología SBEnBio, 19(1), 77–95. https://doi.org/10.46667/renbio.v19i1.2165
Sección
Relatos de Experiência

Citas

BAMSHAD, M. J; OLSON, S. E. Does race exist? Scientific American, v. 289, p. 78-85, 2003.

BRASIL. Base Nacional Comum Curricular: Ensino Médio. Brasília: MEC, 2017. Disponível em: http://basenacionalcomum.mec.gov.br. Acesso em 22 set.2025.

CARSCADDEN. K. A.; BATSTONE, R. T., HAUSER, F. E. Origins and evolution of biological novelty. Biological Reviews of the Cambridge Philosophical Society, v. 98, n. 5, p.1472-1491, 2023.

DE SOUZA, S. M. Dispersão de Homo Sapiens e povoamento dos continentes. In. FERREIRA, L. F.; REINHARD, K. J.; ARAÚJO, A. (org.). Fundamentos da paleoparasitologia. Rio de Janeiro, Editora Fiocruz, 2011. p.69-92.

DUIT, R. On the role of analogies and metaphors in learning science. Science Education, v. 75, n. 6, p. 649-672, 1991. https://doi.org/10.1002/sce.3730750606

ERIKSSON, S.; GERICKE, N.; THÖRNE, K. Analogy competence for science teachers, Studies in Science Education, p.1–29, 2024. https://doi.org/10.1080/03057267.2024.2434797

FERNANDES, F. A integração do negro na sociedade de classes. 3. ed. São Paulo: Ática, v.1, 1978.

FREITAS, S. M.; MARTINS, A. P. S.; BRUSSIO, J. C. Racismo: uma herança histórica. In: MARTINS, A. P. S.; BRUSSIO, J. C. (orgs.). Educação, diversidade e interculturalidade: reflexões para giros decoloniais. São Carlos: Pedro & João Editores, 2023. p. 89-102.

GLYNN, S. M.; LAW, M.; GIBSON, N. M.; HAWKINS, C. H. (1994). Teaching science with analogies: A resource for teachers and textbook author (ED378554). ERIC. https://files.eric.ed.gov/fulltext/ED378554.pdf

GOUD, S. J. The geometer of race. Discover, v. 15, p. 65-9, 1994.

GUIMARÃES, A. S. Racismo e Anti-Racismo no Brasil. São Paulo: Editora 34, 1999.

JABLONSKI, N. G., CHAPLIN, G. The evolution of human skin coloration. Journal of Human Evolution, v. 39, n. 1, p.57-106, 2000.

KAGAN, S. The Structural Approach to Cooperative Learning. Educational Leadership, v. 47, n. 4, p.12-15, 1989.

KAUFMAN, J. S. How inconsistencies in racial classification demystify the race construct in public health statistics. Epidemiology, v. 10, p. 101-3, 1999.

KRAMSCH, C. The multiple faces of symbolic power. Applied Linguistics Review, v. 7, n. 4, p.517-529, 2016, pp. 517-529. https://doi.org/10.1515/applirev-2016-0023

LEWONTIN, R. C. The apportionment of human diversity. Evolutionary Biology, v. 6, p. 381-98, 1972.

MARTINS, L. A.-C. P.; PRESTES, M. E. B. Mendel e depois de Mendel. Genética na Escola, v. 11, n. 2, p.244–249, 2016.

MOURA, C. Os quilombos e a rebelião negra. São Paulo: Brasiliense, 1986.

MUNANGA, K. Uma abordagem conceitual das noções de raça, racismo, identidade e etnia. In: BRANDÃO, A. A. P. (org.) Cadernos Penesb (5). Niterói: Ed. UFF, 2004. p. 15-34.

NOGUEIRA, O. Preconceito racial de marca e preconceito racial de origem. In: Congresso Internacional dos Americanistas, 31., São Paulo. Anais […]. São Paulo, Anhembi, 1955.

NOVAK, J. D.; CAÑAS, A. J. The theory underlying concept maps and how to construct and use them. Technical Report IHMC CmapTools. Florida Institute for Human and Machine Cognition, 2008.

ORTEGA, R. P. Human geneticists curb use of the term ‘race’ in their papers: Field still struggles with how to accurately describe populations, study finds. Science, 2021. https://doi.org/10.1126/science.acx9759

PARRA, F. C.; AMADO, R. C.; LAMBERTUCCI, J. R.; ROCHA, J.; ANTUNES, C. M.; PENA, S. D. Color and Genomic Ancestry in Brazilians. Proceedings of the National Academy of Sciences of the United States of America, v.100, p.177-182, 2003.

PENA, S. D. Razões para Banir o Conceito de Raça da Medicina Brasileira. História, Ciências, Saúde – Manguinhos, v. 12, p.321-346, 2005.

PENA, S. D.; BIRCHAL, T. S. A inexistência biológica versus a existência social de raças humanas: pode a ciência instruir o etos social?. Revista USP, n. 68, p. 10–21, 2006.

SALES, F. P. O. A.; CARNEIRO, J. K. R.; OLIVEIRA, M. A. S. A eficácia dos Flashcards para o estudo autodirigido na monitoria de histologia. Revista Iniciação & Formação Docente, v.6, n.1, 2019.

SALZANO, F. O conceito de raça a partir da biologia e da sociologia. Genética na Escola, v. 2, p.1-2, 2007.

SANTOS, D. R. T.; DE SOUZA, C. L. M.; PEREIRA, D. D. S. S.; MENEZES, K. A. S.; de Sousa, B. D. M. Atividades lúdicas em ensino e aprendizagem das ciências naturais. Revista Acervo Educacional, v.7, e18373-e18373, 2025.

TEMPLETON, A. R. Human races: a genetic and evolutionary perspective. American Anthropologist, v. 100, p. 632-50, 1999.

TORRES, P. L.; IRALA, E. A. F. Aprendizagem colaborativa: teoria e prática. In: TORRES, P. L. (org.) Complexidade: redes e conexões na produção do conhecimento. Curitiba: SENARPR, 2014, p.61-93.

VIDAL, R. J. A. C. O uso de flashcards: uma estratégia que estimula a interação oral em inglês através de questões e respostas em pequenos grupos do 1º Ciclo do Ensino Básico. 2021. Dissertação (Mestrado em Ensino de Inglês no 1 Ciclo do Ensino Básico) – Faculdade de Letras, Universidade de Porto, Portugal, 2021.