Disseminação da educação oceânica usando diferentes estratégias de comunicação em massa
Conteúdo do artigo principal
Resumo
Meios de comunicação têm a responsabilidade de promover a democracia, enquanto a educação é um mecanismo comunicativo que promove discussão e cidadania. A Educomunicação une comunicação e educação para empoderar comunidades desfavorecidas e potencializar sua participação em temas ambientais. Neste estudo, foram identificados os meios de comunicação usados pela população urbana, rural e periférica do município de Rio das Ostras, Rio de Janeiro, Brasil, atrelados a uma ação de educação oceânica. Foram identificadas as formas de comunicação mais utilizadas, um plano de comunicação foi elaborado para divulgar a ação e testado a adesão da comunidade ao evento por meio da divulgação. Redes sociais e a televisão foram os canais mais utilizados como fonte de notícias. Outros modelos de comunicação foram liderança comunitária, carro de som e a utilização de cartazes. Os dados gerados podem gerar estratégias para ampliar a divulgação, alcance e adesão em ações e projetos ambientais.
Downloads
Detalhes do artigo

Este trabalho está licenciado sob uma licença Creative Commons Attribution-NonCommercial-NoDerivatives 4.0 International License.
Aviso de Direito Autoral Creative Commons
https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/
Autores que publicam nesta revista concordam com os seguintes termos:
- Autores mantém os direitos autorais e concedem à revista o direito de primeira publicação, com o trabalho simultaneamente licenciado sob a Licença Creative Commons Attribution que permite o compartilhamento do trabalho com reconhecimento da autoria e publicação inicial nesta revista.
- Autores têm autorização para assumir contratos adicionais separadamente, para distribuição não-exclusiva da versão do trabalho publicada nesta revista (ex.: publicar em repositório institucional ou como capítulo de livro), com reconhecimento de autoria e publicação inicial nesta revista.
- Autores têm permissão e são estimulados a publicar e distribuir seu trabalho online (ex.: em repositórios institucionais ou na sua página pessoal) a qualquer ponto antes ou durante o processo editorial, já que isso pode gerar alterações produtivas, bem como aumentar o impacto e a citação do trabalho publicado (Veja O Efeito do Acesso Livre).
Referências
ALMEIDA, R. M. V. Comunicação nos espaços de educação formal. In: PEREIRA, S.; TOSCANO, M. (Eds.). Literacia, Media e Cidadania. Livro de Atas do 3° Congresso Brada: CECS, 2015. P. 444-445. Disponível em: <https://core.ac.uk/download/229419839.pdf >. Acesso em: 24 mar. 2025.
ALVES, L. M. Educomunicação: caminhos trilhados e experiências em construção. Revista Vivavoz, v. 6, n. 1, p. 13-26, 2012.
BARBOSA, L. N.; LIMA, V. G. F ; FARIAS, J. F; SILVA, E. V. Caracterização geoecológica do estuário do rio Pacoti-Ceará: ações para um planejamento integrado. REGNE, v. 2, Número Especial, p. 971-980, 2016. Disponível em: <https://core.ac.uk/download/200962134.pdf> Acesso 24 mar. 2025.
BARBOSA, R.; CATRIB, A. M. F.; CRIVELARO, L. P. Inclusão cultural da tecnologia e impulsos para educação. 1. ed. Brasília: Câmara dos Deputados, Centro de Estudos e Debates Estratégicos. Estudos Estratégicos, n. 14, 2022.
BERCHEZ, F.; BIAZON, T. Alfabetização oceânica: um objetivo fundamental da “Década do Oceano”. Jornal da USP, São Paulo, v. 3, 2021. Disponível em: <https://jornal.usp.br/artigos/alfabetizacao-oceanica-um-objetivo-fundamental-da-decada-do-oceano/>. Acesso em: 24 mar. 2025.
CASTELLS, M. Communication Power. Oxford: Oxford University Press, 592 p, 2009.
CASTRO, B. Sensibilização e adaptação às alterações climáticas. 2015. 108 f. (Dissertação
de Mestrado) – Programa de Cidadania Ambiental e Participação, Universidade Aberta, Lisboa, Portugal, 2015. Disponível em: <https://core.ac.uk/download/303043696.pdf>. Acesso em: 24
mar. 2025.
CITELLI, A.; SOARES, I. O.; LOPES, M. I. V. Educomunicação: referências para uma construção metodológica. Comunicação & Educação, v. 24, n. 2, p. 12-25, 2019.
CORREA, A. C. M. S. Comunicação e educação: construindo a cidadania. Revisão: comunicação, cultura e linguagens intersemióticas, n.1, p.41 46, 2001.
DIEGUES, A. C. A pesca construindo sociedades: leituras em antropologia marítima e pesqueira. Núcleo de Apoio à Pesquisa sobre Populações Humanas e Áreas Úmidas (NUPAUB/USP), São Paulo, 315p. ISBN: 9788587304070.
GADOTTI, Moacir. Educação Ambiental e a Sustentabilidade: Reflexões e propostas. São Paulo: Vôo da Fau, 2011.
HALPERN, P. What's science ever done for us: What the Simpsons can teach us about physics, robots, life, and the universe. Turner Publishing Company, 262 p, 2011.
IBGE – INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA. Cidades e Estados. Disponível em: <https://www.ibge.gov.br/cidades-e-estados/rj/rio-das-ostras.html>. Acesso em: 13 jan. 2025.
JORGENSON, S. N.; STEPHENS, J. C.; WHITE, B. Environmental education in transition: A critical review of recent research on climate change and energy education. The Journal of Environmental Education, v. 50, n. 3, p. 160–171, 2019. https://doi.org/10.1080/00958964.2019.1604478
KRETZMANN, J. P.; McKNIGHT, J. L. Building Communities from the Inside Out: A path toward finding and mobilizing a community's assets. Chicago: ACTA Publications, 1993.
LAVRAKAS, P. J. Encyclopedia of Survey Research Methods. Thousand Oaks: SAGE Publications, 2008.
MARQUES, V. C. A inter-relação entre a gestão integrada das áreas litorais, a educação ambiental e a educomunicação. 2018. 128f. (Dissertação de Mestrado) – Programa de Pós-Graduação em Gerenciamento Costeiro, Universidade Federal do Rio Grande, Rio Grande, Rio Grande do Sul, 2018.
MARTINS, J. Educomunicação: um campo em construção. Revista GEMInIS, v. 2, n. 2, p. 75-92, 2012.
MEADOWS, D. H. Thinking in Systems: A Primer. Chelsea Green Publishing, 2008.
MEYROWITZ, Joshua. No Sense of Place: The Impact of Electronic Media on Social Behavior. Oxford University Press, 1985.
MORAN, J. M. A educação que desejamos: novos desafios e como chegar lá. 174p, Campinas, São Paulo, 2. ed. Papirus, 2007.
MORAN, J. M. A comunicação humana e sua importância para a evolução do comportamento social. São Paulo: Editora Abril, 2015.
MUNIZ, C. Jornalismo Ambiental: Conceitos e Especificidades. Rio Grande do Sul; Porto Alegre; Universidade Federal do Rio Grande do Sul; Departamento de Comunicação, 2009. Disponível em: <https://lume.ufrgs.br/bitstream/handle/10183/22309/000739564.pdf?sequence=1&isAllowed=y> Acesso em: 24 mar. 2025.
ONU BR – NAÇÕES UNIDAS NO BRASIL – ONU BR. A Agenda 2030. 2015. Disponível em: <https://nacoesunidas.org/pos2015/agenda2030/>. Acesso em: 12 mar. 2025.
POSTMAN, N. Tecnopólio: a rendição da cultura à tecnologia. 223 p, São Paulo: Nobel, 1994.
R Core Team. R: A Language and Environment for Statistical Computing. R Foundation for Statistical Computing, Vienna, Austria. 2024.
REZNIK, G.; MASSARANI, L.; RAMALHO, M.; AMORIM, L. Ciência na Televisão Pública: uma análise do telejornal Repórter Brasil. ALEXANDRIA Revista de Educação em Ciência e Tecnologia, v. 7, n. 1, p. 157-178, 2014.
SMITH, J. Community Engagement in Environmental Education: An Essential Component for Success. Environmental Education Research, v. 26, n. 5, p. 689-705, 2020.
STERN, P. C. Toward a coherent theory of environmentally significant behavior. Journal of Social, v. 56, n. 3, p. 407-424, 2000.
UNESCO. Cultura oceânica para todos: kit pedagógico. Comissão Oceanográfica Intergovernamental. Relatório da Comissão Oceanográfica Intergovernamental da UNESCO Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura. Paris, França, 2020. Acesso disponível em: https://unesdoc.unesco.org/ark:/48223/pf0000373449
VASCONCELOS, D. M. Educomunicação e a construção da cidadania: desafios e perspectivas. São Paulo: Editora Paulinas. 2015
VIEIRA, R. A. Políticas nacionais de comunicação e capitalismo, dependente ou não. Comunicação & Política, v. 2, n. 3/4, p. 19-24, 1994.